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Sexta-feira é dia do artesanato mato-grossense na Orla do Porto | Caldeirão News
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Quinta-Feira, 07 de Setembro de 2017, 19h:05

ARTESANATO NA ORLA

Sexta-feira é dia do artesanato mato-grossense na Orla do Porto

Redação

Gcom/MT

Os artesãos de Mato Grosso conquistaram um espaço fixo para comercializar seus produtos. O espaço fica na réplica dos casarões de Cuiabá, na Orla do Porto, e funcionará todas às sextas-feiras, das 17h às 22h, já a partir desta semana (08.09). Vão expor e comercializar artesãos de Cuiabá, Poconé, Nossa Senhora do Livramento, Várzea Grande, Cáceres e Tangará da Serra.

Produtos

Em maio deste ano os artesãos realizaram a I Feira do Artesanato na Orla do Porto, exibindo uma variedade de produtos. O retorno ao local, no entanto, tem sabor de vitória depois de uma busca incessante por um espaço. Dessa forma, os visitantes terão a oportunidade de apreciar e adquirir itens de cada artesão, bem como os quitutes da culinária mato-grossense, como licores, biscoitos, paçoca, banana da terra frita em sabores variados, rapadura, doces regionais, entre outros.

Entre os produtos é possível encontrar fabricações em madeira, de fibras, acessórios de fios e tecidos, como tiara e laços, chinelos, sabonete artesanal, jogos educativos e muito mais.

“Todos os itens são produzidos pelo expositor. É um requisito, uma exigência para que ele possa participar da Feira da Orla do Porto. Cada um com o seu, não poderá vender produtos que não sejam da sua autoria, nem de outro artesão”, explicou a coordenadora do Artesanato Mato-grossense, Lourdes Josafá Sampaio.

Outros quesitos também são exigidos do artesão, entre eles, possuir a carteira de artesão e estar cadastrado no Programa de Artesanato Mato-grossense e fazer parte da Associação da Orla do Porto de Cuiabá.

“Artesão de todo o Estado poderão se associar, basta cumprir o regimento”, explicou a superintendente de Apoio ao Micro e Pequeno Empreendedor, da Sedec, Caroline Arruda Monteiro, que acompanhou as discussões para a criação da Associação.

Além de atender uma demanda do setor, a abertura de espaço para o artesanato agrada também os moradores locais. A aposentada Sidonia Checon, por exemplo, disse que desde que o espaço foi revitalizado ela logo pensou no artesanato. “Sempre achei ideal para isso, que fosse uma coisa permanente ou pelo menos todos os finais de semana, que tem bastante movimento. Além de dar vitalidade para a região, contribui com os artesão, que podem aumentar as vendas. É uma boa oportunidade para ambos (comunidade e artesãos)”, disse a moradora da região.

 

 

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